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25/11/2018 10:56
[Re]Invenes | Abertura exposio e ateli Elefante | Sbado a partir das 19h.Onde: Elefante Centro Cultural - SCLRN 706, Bloco C, Loja 45. Asa Norte, Braslia Telefone contato: (61)3541-3146

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Sábado, 24 de novembro, a partir das 19h

O Elefante Centro Cultural abre as portas de seu ateliê para a exposição [Re]Invenções' e lança uma nova experiência de processos de produção que promete inovar os programas de imersão artística.

A mostra [Re]Invenções inaugura a nova estrutura do Elefante Centro Cultural de experiências de processos artísticos apresentando a produção mais recente de artistas que fazem parte desta composição. Em uma nova fase de programação, esta organização visa confirmar o caráter experimental e de compromisso na aposta e no risco do espaço com o desenvolvimento da arte na cidade e na projeção nacional de artistas.

A exposição abre o ateliê dos artistas da nova composição do centro cultural e apresenta tanto trabalhos em processo quanto uma micro exposição. Entre os componentes estão: Adriana Vignoli, Alina Duchrow, Debora Mazloum, Gisel Carriconde Azevedo, João Trevisan, Matias Mesquita e Silvie Eidam.

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SERVIÇO:
Quando: Sábado, 24 de novembro, a partir das 19h
Onde: Elefante Centro Cultural - SCLRN 706, Bloco C, Loja 45. Asa Norte, Brasília
Telefone contato: (61)3541-3146

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ARTISTAS:

ADRIANA VIGNOLI: 
Vive em Brasília e trabalha em ateliê coletivo no Elefante Centro Cultural. Em 2016, foi contemplada com o prêmio do Salão Mestre D’armas de Planaltina, DF. Recebeu o Prêmio Nacional da FUNARTE de Arte Contemporânea, 2015. Entre 2013 e 2014, morou em Berlim e expôs na Nassauischer Kunstverein de Wiesbaden e na Hochschule für Bildende Künste Dresden. Apresentou exposição individual na Zipper, SP (2017) e Galeria Referência, Brasília (2018). Ela experimenta objetos e instalações com geometrias construtivas em diferentes materialidades e, mais recentemente, corpóreas no espaço.

ALINA DUCHROW: 
Nasceu em Fortaleza- CE – Brasil, vive e trabalha em Brasilia. Arquiteta e artista visual, fez Pós-graduação em artes visuais pela Universidade Alanus Hochschule, Bonn, Alemanha (2010) e graduou-se em Arquitetura e Planejamento Urbano pela Universidade de São Paulo – EESC USP (1996). Trabalha com diferentes mídias: desenho, vídeo, instalações e performance. Participou de exposições coletivas, individuais, performances e residências artísticas em diversos países. Como artista tem utilizado o vídeo, a fotografia, o desenho e instalações em espaços públicos e privado. Na maioria das vezes o trabalho tem como foco um contexto local, um ponto de partida que vai gerar ferramentas e insights sobre como lidar com o tempo, o espaço e o outro. A disponibilidade para fazer com aquilo que a situação apresenta e sem idéias a priori, permite que o trabalho emerja como consequência e faz dele um instigante processo de busca de relação com a alteridade e de tentativa de organizar esses novos mundos que se criam a partir do encontro.

DÉBORA MAZLOUM: 
Nasceu no Rio de Janeiro; vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Brasilia. Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ no ano de 2016. Formou-se em cenografia pela Escola de Belas Artes da UFRJ em 2009 e em Cinema na Estácio de Sá em 2005. Parte complementar de sua formação foram diversos cursos livres no EAV- Parque Lage RJ, desde 2001, incluindo o seminário Tempo e Espaço na Instalação em 2016. Em 2012 fez o curso imersivo de desenho Procedência e Propriedade no ateliê do prof. Charles Watson. Entre as principais exposições estão o 20º Festival Internacional de arte Contemporânea Sesc VideoBrasil SP, o Projeto Jardim Atlântico realizado no Colégio das Artes em Coimbra e no Paço Imperial Rio de Janeiro em 2018, a residência artística Plantabaixa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro em 2015 e a residência LabVerde na Amazônia. Em 2016 participou do 20º Salão Anapolino em Goiás, da exposição Novas Poéticas no Museu do Futuro em Curitiba e da Exposição coletiva OndeAndaaOnda no Museu Nacional de Brasilia. Em 2013 fez uma exposição individual Paisagens Hybridas na galeria do Centro Cultural Sérgio Porto no Rio de Janeiro em 2014.

GISEL CARRICONDE AZEVEDO: 
Artista plástica graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado e doutorado em artes na Universidade de Brighton e na Universidade de East London-UEL, respectivamente. Entre 2000 e 2016, trabalhou com design de exposições, direcionando sua atenção para as relações entre espaço, objeto e público. Trabalha com instalação de objetos, fotografias e pintura; e, desde 2014, está a frente do deCurators, um espaço de arte independente voltado para experimentações nas áreas de curadoria e expografia.

JOÃO TREVISAN: 
Nasceu em 1986 na cidade de Brasília onde vive e trabalha. É bacharel em Direito. No ano de 2018 realizou a sua segunda individual com curadoria do artista Bené Fonteles na Galeria Decurators; participou da exposição Brasília Extemporânea com curadoria da Ana Avellar; participou do 43º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional Contemporâneo; e 46º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, em Santo André/ SP; e15º salão de artes plásticas de Ubatuba; expos na Fundação de Arte de Ouro Preto - FAOP de Ouro Preto/ MG. Em 2017 participou do primeiro Salão/ Residência - Eixo do fora Nº 05, realizada na cidade de Olhos d'água no estado do Goiás, com exposição no MUN — Museu Nacional da República - DF, com obra adquirida para acervo da instituição. No mês de abril de 2017, realizou a sua primeira exposição individual intitulada Estrutura Gestual, na galeria XXX Arte Contemporânea, com curadoria Renato Lins. Participa desde 2014 de exposições coletivas, dentre as quais: Ondeandaaonda I (2015), II (2016) ambas realizadas no MUN – Museu nacional da Republica – DF, e Ondeandaaonda III (2018) realizada no Espaço Cultural Renato Russo na 508 SUL – DF.

MATIAS MESQUITA: 
Na imersão contemplativa dentro do cotidiano corriqueiro, o artista Matias​ ​Mesquita encontra a​ ​primeira força motriz para o desenvolvimento de seus trabalhos. A livre associação de situações​ ​do dia-a-dia geram imagens e reflexões que começam a dar contorno às ideias e ao conceito das obras.​ ​Nos materiais de construção, estruturais e arquitetônicos, a pintura encontra seu suporte. Aquela​ ​matéria prima opera como indício de nossa​ ​realidade urbana, destrinchando sua condição social,​ ​massificada e industrial. No contraste entre as delicadas pinceladas e a brutalidade dos suportes,​ ​justaposição que ora funciona como complemento simbólico, ora como jogo de opostos, transmuta-​ ​se a poética essencial do trabalho do artista. Rompem-se, portanto, os limites que delimitam a​ ​fronteira entre a instalação, a escultura e a pintura para percebermos a vertente de um trabalho​ ​híbrido.
Graduado em Desenho Industrial /Comunicação Visual pela PUC-Rio em 1998, Matias Mesquita​ ​inicia sua carreira profissional na produção de video-clipes de animação, alguns deles premiados​ ​pela MTV Video Music Awards Brasil, e trabalhou em animações do Estúdio 2D Lab. Em 2009​ ​começa a frequentar o curso “ARTE HOJE: Atitudes contemporâneas”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e inicia sua carreira como artista plástico. Participa de exposições coletivas no Rio de Janeiro, nas galerias A Gentil Carioca, Luciana Caravelo​ ​e AmareloNegro; em São Paulo, nas galerias Emma Thomas e Oscar Cruz; e em Phoenix na phICA. Em 2011, é agraciado com o terceiro lugar no Prêmio 20o Encontro de Artes de Atibaia/ São Paulo​ ​e com o Prêmio IBRAM Feira Art RIO. A partir de então decide dedicar-se exclusivamente às artes​ ​plásticas. No ano seguinte, em 2012, faz sua primeira exposição individual​ ​INCONTÁVEIS, nA Gentil Carioca,​ ​do Rio de Janeiro. Seguindo em 2013 com a exposição : O QUE PESA MAIS, também nA Gentil​ ​Carioca. Em 2014, faz IMPERMANÊNCIA, no Elefante Centro Cultural em Brasília. Em 2015, abre a individual “Traços de Impermanência”, na Zipper Galeria. Desde 2013 mora e trabalha em Brasília, onde fundou junto com a gestora​ ​cultural Flavia Gimenes,​ ​o Elefante Centro Cultural, espaço de arte autônomo no qual artistas e curadores são convidados​ ​a desenvolver seus projetos de produção contemporânea. Estes projetos normalmente estão​ ​relacionados às artes visuais: investigação e produção experimental, realização de exposições,
cursos e grupos de estudos de pensamento.

SILVIE EIDAM: 
Nasceu em Frankfurt/Main na Alemanha e vive atualmente transitando entre Alemanha e Brasil. O seu avô era o pintor Wilhelm Eidam quem encorajou a sua produção artística desde a sua infância. Ela foi aluna das artistas locais Andrea Simon e Beatrix Pohle-Stiehl, e continuou a sua formação estudando artes plásticas na Universidade de Brasília e no Goldsmiths College em Londres. Durante os seus anos na universidade ela era membro ativo de grupos ativistas feministas em Brasília e Londres e focava na sua arte em representações do corpo feminino e identidades políticas em uma grande variedade de mídia, participando em exibições coletivas desde 2005. No seu trabalho ela tem focado na temática das masculinidades, problematizando a representação de corpos e o seu impacto na construção da relação entre o sujeito e objeto nas artes visuais. Atualmente pesquisa a relação da matéria com o imaterial. 


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GERALDO Magela parabens amigo Ivaldo pela sua luta e honestidade e carater valeu amigo
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