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19/09/2014 10:13
? HOJE!!! Lan?amento do Livro do Livro 10.000 Dias de Rock. Do Escritor,Musico e Roqueiro M?rio Pazcheco,Data:19/09- Sexta -feira. Partir das 21h.Galeria Olho de ?guia.Taguatinga Norte

  lançamento do Livro do Livro 10.000 Dias de Rock do Dr: do RocknRol Mario Mário Pazcheco.Livro 10.000 dias de rock

Explora a quarta dimensão do rock

424 páginas
200 imagens
Capa preto e branco 
Papel pólen
R$ 40,00 (inclui dedicatória)
Edição totalmente independente 
Contato: pazcheco@gmail.com

Por Luis Eduardo da Silva
10.000 dias de rock: Um quem é quem da Geração 80 que deu origem ao rock Brasília e a diversas manifestações artísticas na capital federal
10.000 dias de rock, o livro do Pazcheco precisa urgentemente reencontrar aquelas pessoas da década de oitenta que participaram dos agitos, e que parecem estar fora de catálogo. O livro é um revival dos festivais Rock Cerrado, Concerto Cabeças e Concerto Canta Gavião. 
Das cambalhotas de Ary Pára-raios à flauta de Aloísio Batata e à insistência teatral de Robson Graia. A Geração 80 de Brasília está desfalcada do surto a candidato distrital de Jota Pingo, da poesia de Tovar, dos “causos” de Mangueira Diniz, da negritude de Pezão ou Wilson Brother. Sinto falta de Afonso Brazza! Os mitológicos e saudosos guitarristas Fejão, Cécé, Hiltinho e Tom Capone recebem homenagens. Relatos dos que se espremiam para sair na foto e a voz dos sobreviventes compõem a loucura. Rênio Quintas concede esclarecedora entrevista, Paulo Iolovitch vive no Beirute desenrolando suas telas, Renato Matos transa a sua próxima atração, e as memórias ainda em dia de roqueiros como Podrão do Detrito Federal e Félix dos 5 Generais. O autor cobre desde os primeiros shows dos punks aos shows na Concha da Cidade com grandes cantoras.
O livro é a edição aperfeiçoada de velhos fanzines outrora distribuídos nas portas dos shows. Mescla a cena musical de Brasília a nomes do rock inglês como Black Sabbath, Keith Relf, e a estrelas nacionais fugazes como Marco Antônio Araújo. 
As páginas dos dez mil dias de rock são em preto e branco. Um roteiro pré-digital, com câmeras e gravadores analógicos. Neste passado recente, o desafio existencial era gravar um LP, dependente ou independente. Os 13 capítulos são colocados na sequência cuidadosa de tempo, dimensão, poesia, e ironia. 
Composto por extensa documentação impressa dos jornais da capital. Mais manuscritos, cartas, letras de músicas, ingressos e filipetas compõem metade das páginas, a outra de textos a respeito de shows e discos e artistas da cena brasiliense. 
Equipes de som, os disputadíssimos discos importados e grandes coleções também recebem atenção.
Guará “Rock City” 
No meio desse inventário, o autor rebatiza o perímetro para Guará “Rock City”, onde pacificamente coexistem os roqueiros e os bambas do samba e da capoeira. Essa insurgência cultural é embalada por muito reggae, e pelo rock Brasília. 
10.000 dias de rock vale uma lida, um pedaço distante da vida dos leitores pode estar ali nas páginas.

O autor
Descrito como “na plateia, atento, firme, lúcido, exigente”, e... “em alguns momentos pensemos que suas pernas não tocam os pés no chão”, Mário Pazcheco se utiliza dos macetes do xadrez na escrita, no modo como joga com os fatos.

 

Por Mario Pazcheco:

O canto do livro - passei uma semana longe da cultura e foi ótimo (esfriei a cabeça mas continuei vendo as mesmas coisas) você pode falar que eu briguei com o Ataide, o Julimar - briguei no campo das ideias - eu não tenho que formatar a minha expansão para um campo de visão que não é o meu) - eu trabalho pela minha carreira - sou o convertido do rock'n'roll - e luto todos os dias para não ser extinto (tenho mil planos) enfim, a vida é minha. Como ninguém é de ferro, fui no Café Quintal (lá sou todos abraços e sorrisos) passei no aniversário do Júnior e revoltei no Quintal. Fazer arte e viver da arte é muito estafante. Concluindo temos que aprender o que é bom e o que é ruim. Se eu me farto a fim de falar de mim mesmo é com certeza para dar uma de doido e convencido - pois de otário eu não vou posar e o melhor de tudo ninguém me conhece - nesta sexta-feira outra dose de rock'n'roll, lanço na Galeria Olho de Águia sob as bençãos de Ivaldo, o aclamado e desconhecido livro 10.000 dias de rock. Aproveito para cobrar aqueles me devem a grana do livro - já deu tempo de ler e eu ainda não vi a cor da minha grana. Amo vocês - como eu posso. Detalhe: pastor Andy Warhol atrás da minha cabeçaI

 

Local Galeria Olho de Águia  
Data:19/09- Sexta -feira. Partir das 21h

Endereço: Cnf O1 Edficio Praiamar loja 12 - Taguatinga Norte  
Classificação indicativa: Livre  
Entrada: Franca  

 

 

 

Contato com o autor:8107 8902
Informações:99962575
Sitewww.facebook.com/GaleriaOlhodeAguia 

Link:
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GERALDO Magela parabens amigo Ivaldo pela sua luta e honestidade e carater valeu amigo
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